Toma mais de 3 medicamentos por dia
e quer evitar interações perigosas entre eles;
Dra. Ana Luiza Figueirôa · Médica Geriatra
Meu trabalho não é cuidar do tempo que passou. É construir as bases para que você — ou quem você ama — viva os próximos 20, 30 ou 40 anos com autonomia, memória e liberdade.
Quero agendar uma avaliaçãoAtendimento em Campina Grande – PB · Consultas presenciais e visitas domiciliares
A premissa
Essa é a frase que eu mais escuto no consultório. E ela nasce de uma premissa que quase todo mundo carrega sem perceber:
"Geriatra é o médico que a gente procura quando a idade já chegou. Quando a memória já falhou. Quando o problema já apareceu."
Só que essa premissa tem um defeito grave: ela chega atrasada.
O cérebro acumula danos por anos — às vezes décadas — antes de dar qualquer sinal. A perda de autonomia não avisa com antecedência. E quando a família finalmente percebe, muita coisa já poderia ter sido evitada.
Por isso eu costumo dizer que a geriatria é, acima de tudo, uma especialidade de liberdade. Não é sobre envelhecer. É sobre continuar decidindo a própria vida — enxergando o mundo com clareza e vivendo nos seus próprios termos.
Prevenção não começa aos 70 anos. Começa agora, com as escolhas do dia a dia.
Identificação
e quer evitar interações perigosas entre eles;
que começaram a atrapalhar a rotina — sua ou de alguém da família;
e sente que está carregando isso sozinho(a), sem saber o que é "normal da idade" e o que merece atenção;
planejando desde já sua rotina de exames, hábitos e prevenção.
Se você se reconheceu em pelo menos um desses pontos, o restante desta página foi escrito para você.
Agendar minha consultaO problema que ninguém vê
Quem ama repara nos detalhes. E os nossos pais e avós são especialistas em disfarçá-los.
Muitos idosos associam as perdas — de memória, de visão, de disposição — ao envelhecimento "normal". E acabam sofrendo em silêncio, abrindo mão aos poucos da própria autonomia, sem contar a ninguém.
Fique atento aos sinais sutis:
O envelhecimento é inevitável. Mas boa parte das perdas que atribuímos a ele, muitas vezes, não é.
Sabia que estudos recentes indicam que até 45% dos casos de demência poderiam ser evitados ou adiados agindo sobre fatores de risco modificáveis ao longo da vida? A avaliação precoce muda o curso da história.
Como funciona
Uma consulta geriátrica não é uma consulta comum, mais rápida, para "renovar receita".
É uma avaliação ampla, com tempo e escuta, que olha para a pessoa inteira — e não apenas para uma doença isolada:
avaliação precoce, quando ainda dá tempo de mudar o rumo;
menos remédio desnecessário, menos interação perigosa;
a principal causa de perda de independência no idoso;
porque tristeza persistente não é "coisa da idade";
exames, hábitos e metas para os próximos anos, não só para a próxima semana.
E quando sair de casa é difícil, a avaliação pode acontecer onde o paciente está: a visita domiciliar permite avaliar o risco de quedas no ambiente real, a organização dos medicamentos e a rotina como ela é de verdade.
Para a família e cuidadores
Se você cuida de alguém, sabe que as perguntas difíceis não aparecem no horário da consulta. Aparecem às 22h de uma terça-feira.
Ele está recusando o remédio ou tentando dizer alguma coisa através disso? Essa confusão é passageira ou é um sinal? Estou exagerando ou estou demorando para agir?
Parte do meu trabalho é ser o ponto de apoio da família — traduzir o que está acontecendo, organizar o cuidado e dividir o peso das decisões. Você não precisa descobrir tudo sozinho(a), por tentativa e erro, com a saúde de quem você ama.
Sobre
Sou a Dra. Ana Luiza Figueirôa, médica geriatra em Campina Grande – PB.
Dedico minha atuação clínica e de ensino à saúde do idoso — o que significa que, além de atender, também formo outros profissionais para cuidar melhor dessa fase da vida.
No consultório, meu objetivo é um só: garantir que você continue independente, ativo e vivendo a vida nos seus próprios termos. Cuido do tempo que está por vir.
CRM-PB 15189 · RQE 8922 · RQE 10249
Dúvidas frequentes
Ótimo — e eles continuam importantes. A geriatra é quem enxerga o conjunto: como as doenças, os remédios e a rotina conversam entre si. Menos fragmentação, mais coordenação do cuidado.
É mais comum do que você imagina. Por isso existe a visita domiciliar — e uma consulta pensada para acolher, não para assustar. Muitas vezes, o primeiro passo é da família.
Essa é justamente a premissa que a gente veio quebrar. O melhor momento para procurar uma geriatra é antes de precisar de uma. Prevenção só funciona quando chega antes do problema.
Esquecer um nome, todo mundo esquece. Mas quando as falhas começam a atrapalhar a rotina, isso merece avaliação — quanto mais cedo, maiores as possibilidades.
Conteúdo informativo
Artigos sobre prevenção, memória, medicamentos e o cuidado com quem amamos.
A crença de que geriatra é para quem já perdeu autonomia chega atrasada. Entenda o que muda quando a avaliação vem cedo.
Ler o artigo →Nossos pais e avós são especialistas em disfarçar perdas. Cinco sinais discretos que merecem atenção.
Ler o artigo →Esquecer um nome acontece com todo mundo. O critério prático para saber quando investigar.
Ler o artigo →O próximo passo
A pergunta não é se vamos envelhecer. É como.
Com autonomia ou com dependência. Com um plano ou apenas reagindo aos sustos. Decidindo a própria vida ou deixando que decidam por nós.
Agende uma avaliação e comece hoje a cuidar dos seus próximos 20, 30, 40 anos.
Atendimento em Campina Grande – PB · Consultas presenciais e visitas domiciliares
Dra. Ana Luiza Figueirôa · CRM-PB 15189 · RQE 8922 · RQE 10249